Quando muitos se transformam em dois


No Brasil existem 32 partidos registrado no Supremo Tribunal Eleitoral (STE), em 2014. Desse total nove contem a palavra social ou socialista no nome; oito tem como o trabalhador um lema; seis partidos apresentam o ideal da democracia como parte da sua constituição; três carregam em sua teoria os valores cristãos e dois tem o comunismo como ideal; já o restante apresenta um certa variedade quanto a escolha de seus nomes como: Partido Verde, Partido Humanista da Solidariedade, Partido da Causa Operária, Partido da Pátria Livre e alguns outros.

Apesar da grande variedade menos de dez partidos possuem relevância no cenário político brasileiro, sendo os chamados “nanicos” para ter alguma visibilidade são obrigados a aliarem-se a um partido maior, da mesma forma que os grandes para terem maior poder de decisão se aliam aos pequenos.

E todos os anos novas propostas são apresentadas para a criação de mais partidos, mas a pergunta é: precisamos de tantos partidos assim?

A maioria dos partidos possuem objetivos semelhantes com um ou dois outros partidos, dessa forma a medida mais lógica seria a união e não a criação de uma legenda a cada desavença que possa surgir. No entanto, por mais que determinados partidos tenham nomes e ideias parecidos suas atuações são diferentes e isso deve ser levado em conta.

Se a conta de 32 partidos parece um tanto quanto absurda, entre 1945 e 1969 existiram 62 partidos no Brasil das mais diferentes correntes, boa parte deles representava demandas ou grupos específicos da sociedade civil da época, a maioria desses partidos tiveram seus registros cassados e com isso foram extintas. Mas nós reclamamos de “barriga cheia”, nos Estados Unidos existem o chocante número de 76 partidos, sendo o partido Republicano e o Democratas os principais de maior representatividade – como o PSDB e PT aqui.

Entretanto, uma coisa é certa e de consenso geral, uma mudança deve ser feita na política brasileira para que ela se torne novamente uma fonte de interesse e esperança para aqueles que só veem na política sujeira e descrédito.

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JK: Uma trajetória política


Diretor: Silvio Tendler

Ano: 1980

 

JKJK: Uma trajetória política, conta a história de um dos presidentes mais icônicos do país,  Juscelino Kubitschek. O filme foi lançado em pleno regime ditatorial em 1980 e como é dito no título, conta a história do ex presidente desde a sua entrada na política ainda em Minas Gerais até a presidência da República.

A história  fala sobre a democracia e o desenvolvimento, que estavam sendo iniciados no país e fez sucesso ao mostrar o que era uma nação em plena democracia para uma sociedade que vivia em um regime de exceção. Tendler, como em todos os seus filmes-documentários se utiliza fortemente de documentos históricos para comprovar os acontecimentos e suas repercussões na sociedade da época. Dessa forma, são utilizados recortes de jornais, vídeos de discursos, festas e movimentos populares, como também de fotos de arquivos.

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Fica a dica – Contos do Malte


Se você procurar sites ou blogs na internet que falem sobre cerveja você com toda certeza vi encontrar uma lista interminável, por isso o importante é se destacar. O blog Contos do Malte – eu adorei o nome – é um projeto de faculdade que uma amiga está fazendo e como dá a entender o nome trata basicamente de cerveja, mas também de toda bebida que contenha álcool, o que deixa aberto um mundo de possibilidades. Para quem gosta de beber vai gostar bastante, o blog todo é feito de forma descontraída e divertida.

Vale a pena das uma conferida.

Reencontro de Green e Burton nos cinemas pode estar próximo


Possível filme ainda não possui data de estréia
Filme ainda não possui data de estréia nos Estados Unidos

Uma ótima notícia saiu nessa semana. Segundo o site Variety, Eva Green estaria negociando com produtores para estrelar o próximo filme do Tim Burton  Miss Peregrine’s Home for Peculiar Children”, algo como (O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares). O filme é baseado no livro de mesmo nome do escritor Ransom Riggs, e conta a história de uma adolescente que encontra um portal que a leva para uma ilha onde ela precisa proteger um grupo de outros adolescentes que possuem poderes especiais.

Green estaria interessada em interpretar a personagem título e com isso, esse seria o segundo filme em que a atriz trabalharia com o diretor depois de Sombras da noite de 2012. O filme ainda não tem uma data de lançamento e projeto ainda está em desenvolvimento. Esperamos que dê tudo certo e ela seja escolhida.

 

Fonte: Variety

Minha infância com meu pé de laranja lima…


Na minha opinião é um livro para adolescentes e não crianças
Na minha opinião é um livro para adolescentes e não crianças

Um dos primeiros livros que tenho consciência de ter lido na minha infância, e por isso o considero como o primeiro foi Meu pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos.  O livro foi publicado pela primeira vez em 1968, e posteriormente teve versões para a televisão, cinema e até mesmo uma versão em quadrinhos na Coréia do Sul. Esse romance conta a história de um menino de 5 anos, chamado Zezé que pertencia a uma família extremamente pobre e numerosa do interior do Brasil.

Mesmo com todas as dificuldades Zezé era aventureiro e gostava sempre de aprender coisas novas com quem quisesse lhe ensinar e da forma como a vida lhe mostrava. Sua mãe trabalhava em alguma fábrica, enquanto seu pai era desempregado e na maior parte das vezes aparecia bêbado em casa, suas irmãs mais velhas tomavam conta dos menores e da mesma forma Zezé cuidava de seu irmão menor. Quando a família se muda para uma outra casa, onde existe um pé de laranja lima – daí o nome do livro – Zezé passa a conversar com essa árvore lhe contando suas aventuras e com isso o garoto cria um carinho, uma afeição pelo pé de laranja até que um dia ele descobre que por algum motivo a árvore consegue falar. Os dois passam a ser confidentes e amigos, e é por essa amizade que Zezé tem o carinho que não recebe da família.

É um livro muito bonito e acima de tudo triste, mesmo eu não lembrando de toda a história, a tristeza do personagem por não ter o carinho da família nem ter a presença da mãe por perto por estar sempre trabalhando na fábrica ou cansada para dar atenção é muito triste. Além disso ele apanha dos irmãos e do pai alcoólatra, sua vida não é nada fácil ainda mais por ser uma criança de apenas 5 anos, e um dos únicos momentos de felicidade é quando ele está junto do pé de laranja lima. Ler mais

O Superman injustiçado do cinema


O filme merece uma chance de compreensão.
O filme merece uma chance de compreensão.

O filme Super-homem: o retorno foi lançado em 2006, sob a direção de Bryan Singer, com Brandon Routh no papel principal. Esse foi o primeiro filme feito do herói depois de quase 20 anos, e na minha opinião foi muito bom. Preciso dizer antes de tudo que não sou fã do Homem de Aço e por isso, meu conhecimento do personagem é baseado nos filmes, desenhos e umas poucas HQ’s. E por esse motivo não posso falar de forma aprofundada do personagem. Mas o que me interessa falar sobre Clark Kent, vulgo Superman, é relacionado basicamente e em grande parte com o filme.

A primeira vez que eu vi o filme foi no cinema em 2006 nos cinemas e como hoje não era fã do personagem, mas fui assistir por curiosidade e por gostar da Liga da Justiça. No final e acabei gostando do filme e do que eu tinha visto, e fiquei super animada com a possibilidade de uma, aparente, continuação. Sério, por que não teve?

Mas voltando, o que eu mais gostei foi que nesse filme é dado uma espécie de continuidade em relação ao ultimo filme feito em 1987, ou seja, faz muito tempo mesmo. Ler mais